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Spencer Bay Reserve Cabernet Sauvignon

SAFRA: 2009
REGIÃO: Olifants River – África do Sul
TIPO: Vinho Tinto, 100% Cabernet Sauvignon
ÁLCOOL: 14,5%

HISTÓRICO: Entre os produtores do Novo Mundo, a África do Sul foi o primeiro a elaborar vinhos, começando em 1660. Uma cooperativa com espírito de inovação, a vinícola Namaqua encontra-se no coração da região geográfica de Matzikama. Os vinhos são o resultado de uma diversa e contrastante região climática, paisagem de extremos, com uma infinidade de microcosmos muito resistentes e, ao mesmo tempo, bem frágeis. As instalações da vinícola ficam na cidade de Vredendal, às margens do rio Olifants, artéria que alimenta essa paisagem muitas vezes implacável. Com ênfase nos vinhos tintos, as videiras crescem numa terra árida, com escasso índice pluviométrico anual de 165mm e controlada microirrigação para obter o máximo das uvas. Estas condições, aliadas ao rigoroso escrutínio dos enólogos, mantêm longe as doenças e pestes, com mínimo tratamento químico. As variedades mais delicadas são plantadas perto da costa para aproveitar a brisa gelada do Atlântico Sul que sopra todas as tardes. Técnicas de manejo de folhagem foram implantadas para proteger as frutas do forte sol e, ao mesmo tempo, atingirem o nível de maturação desejada. A colheita, manual e mecanizada, é feita de madrugada, das duas às cinco horas, iniciando no final de janeiro até fins de março, quando a temperatura passa dos 40°C durante o dia e cai para 15°C à noite. Ganhou medalha de bronze no Decanter World Wine Awards 2012 e no International Wine & Spirit Competition. A safra anterior ganhou 4 estrelas vermelhas de John Platter, o mais reconhecido crítico de vinhos daquele país.

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Este vinho é rico e poderoso com excelente equilíbrio entre carvalho e as características intensas de frutas. Ao nariz mostra fortes aromas de groselhas pretas com toques sedutores da madeira, que irão desenvolver-se e amaciar com o tempo. Estrutura refinada de taninos. As videiras tem cerca de 30 anos. Passou pelo processo de maturação em barricas francesas por 24 meses. Sirva com carnes vermelhas ou cozinha italiana.

ENVELHECIMENTO: Pode ser adegado por dez anos.

Spencer Bay Reserve Pinotage

SAFRA: 2010
REGIÃO: Olifants River – África do Sul
TIPO: Vinho Tinto, 100% Pinotage
ÁLCOOL: 14,0%

HISTÓRICO: Entre os produtores do Novo Mundo, a África do Sul foi o primeiro a elaborar vinhos, começando em 1660. Uma cooperativa com espírito de inovação, a vinícola Namaqua encontra-se no coração da região geográfica de Matzikama. Os vinhos são o resultado de uma diversa e contrastante região climática, paisagem de extremos, com uma infinidade de microcosmos muito resistentes e, ao mesmo tempo, bem frágeis. As instalações da vinícola ficam na cidade de Vredendal, às margens do rio Olifants, artéria que alimenta essa paisagem muitas vezes implacável. Com ênfase nos vinhos tintos, as videiras crescem numa terra árida, com escasso índice pluviométrico anual de 165mm e controlada microirrigação para obter o máximo das uvas. Estas condições, aliadas ao rigoroso escrutínio dos enólogos, mantêm longe as doenças e pestes, com mínimo tratamento químico. As variedades mais delicadas são plantadas perto da costa para aproveitar a brisa gelada do Atlântico Sul que sopra todas as tardes. Técnicas de manejo de folhagem foram implantadas para proteger as frutas do forte sol e, ao mesmo tempo, atingirem o nível de maturação desejada. A colheita, manual e mecanizada, é feita de madrugada, das duas às cinco horas, iniciando no final de janeiro até fins de março, quando a temperatura passa dos 40°C durante o dia e cai para 15°C à noite. Varietal própria da África do Sul, a Pinotage é uma combinação híbrida de Pinot Noir e Cinsault (uva originária de Cotes du Rhône), com o primeiro cruzamento realizado em 1922 pelo Prof. Peroldt. Ganhou medalha de ouro no Decanter World Wine Awards 2012. A safra 2008 recebeu 4 estrelas vermelhas de John Platter, o mais reconhecido crítico de vinhos daquele país.

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Apresenta cor rubi-escuro. Rico e vibrante, exibe bouquet com várias camadas de frutas vermelhas maduras e especiarias. Este vinho é bem equilibrado, com taninos maduros e mocha no retrogosto, além de excelente acabamento com toques de madeira. Estagiou por 24 meses em carvalho francês.

ENVELHECIMENTO: Pode ser adegado por dez anos.

Namaqua Cabernet Sauvignon

SAFRA: 2012
REGIÃO: Olifants River – África do Sul
TIPO: Vinho Tinto, 100% Cabernet Sauvignon
ÁLCOOL: 13,5%

HISTÓRICO: Entre os produtores do Novo Mundo, a África do Sul foi o primeiro a elaborar vinhos, começando em 1660. Uma cooperativa com espírito de inovação, a vinícola Namaqua encontra-se no coração da região geográfica de Matzikama. Os vinhos são o resultado de uma diversa e contrastante região climática, paisagem de extremos, com uma infinidade de microcosmos muito resistentes e, ao mesmo tempo, bem frágeis. As instalações da vinícola ficam na cidade de Vredendal, às margens do rio Olifants, artéria que alimenta essa paisagem muitas vezes implacável. Com ênfase nos vinhos tintos, as videiras crescem numa terra árida, com escasso índice pluviométrico anual de 165mm e controlada microirrigação para obter o máximo das uvas. Estas condições, aliadas ao rigoroso escrutínio dos enólogos, mantêm longe as doenças e pestes, com mínimo tratamento químico. As variedades mais delicadas são plantadas perto da costa para aproveitar a brisa gelada do Atlântico Sul que sopra todas as tardes. Técnicas de manejo de folhagem foram implantadas para proteger as frutas do forte sol e, ao mesmo tempo, atingirem o nível de maturação desejada. A colheita, manual e mecanizada, é feita de madrugada, das duas às cinco horas, iniciando no final de janeiro até fins de março, quando a temperatura passa dos 40°C durante o dia e cai para 15°C à noite. Recebeu 3/5 estrelas de John Platter, o mais reconhecido crítico daquele país.

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Este vinho mostra intenso bouquet frutado. Possui notas de frutas escuras, como groselha e amora. O final é aveludado, deixando uma impressão duradoura e exuberante. Aprecie com alimentos ricos, como carne bovina, de cordeiro e massas, bem como queijos curados.

ENVELHECIMENTO: Guardar por cinco anos.

Namaqua Pinotage

SAFRA: 2011
REGIÃO: Olifants River – África do Sul
TIPO: Vinho Tinto, 100% Pinotage
ÁLCOOL: 14,5%

HISTÓRICO: Entre os produtores do Novo Mundo, a África do Sul foi o primeiro a elaborar vinhos, começando em 1660. Uma cooperativa com espírito de inovação, a vinícola Namaqua encontra-se no coração da região geográfica de Matzikama. Os vinhos são o resultado de uma diversa e contrastante região climática, paisagem de extremos, com uma infinidade de microcosmos muito resistentes e, ao mesmo tempo, bem frágeis. As instalações da vinícola ficam na cidade de Vredendal, às margens do rio Olifants, artéria que alimenta essa paisagem muitas vezes implacável. Com ênfase nos vinhos tintos, as videiras crescem numa terra árida, com escasso índice pluviométrico anual de 165mm e controlada microirrigação para obter o máximo das uvas. Estas condições, aliadas ao rigoroso escrutínio dos enólogos, mantêm longe as doenças e pestes, com mínimo tratamento químico. As variedades mais delicadas são plantadas perto da costa para aproveitar a brisa gelada do Atlântico Sul que sopra todas as tardes. Técnicas de manejo de folhagem foram implantadas para proteger as frutas do forte sol e, ao mesmo tempo, atingirem o nível de maturação desejada. A colheita, manual e mecanizada, é feita de madrugada, das duas às cinco horas, iniciando no final de janeiro até fins de março, quando a temperatura passa dos 40°C durante o dia e cai para 15°C à noite.

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Varietal própria da África do Sul, a Pinotage é uma combinação híbrida de Pinot Noir e Cinsault (uva originária de Cotes du Rhône), com o primeiro cruzamento realizado em 1922 pelo Prof. Peroldt. Este vinho apresenta bastante ameixa e sabores de frutas vermelhas. Um toque de carvalho no paladar deixa o vinho mais redondo e com um defumado agradável. Desfrute com seus amigos em torno do tradicional churrasco.

ENVELHECIMENTO: Guardar por cinco anos.

Namaqua Merlot

SAFRA: 2012
REGIÃO: Olifants River – África do Sul
TIPO: Vinho Tinto, 100% Merlot
ÁLCOOL: 13,0%

HISTÓRICO: Entre os produtores do Novo Mundo, a África do Sul foi o primeiro a elaborar vinhos, começando em 1660. Uma cooperativa com espírito de inovação, a vinícola Namaqua encontra-se no coração da região geográfica de Matzikama. Os vinhos são o resultado de uma diversa e contrastante região climática, paisagem de extremos, com uma infinidade de microcosmos muito resistentes e, ao mesmo tempo, bem frágeis. As instalações da vinícola ficam na cidade de Vredendal, às margens do rio Olifants, artéria que alimenta essa paisagem muitas vezes implacável. Com ênfase nos vinhos tintos, as videiras crescem numa terra árida, com escasso índice pluviométrico anual de 165mm e controlada microirrigação para obter o máximo das uvas. Estas condições, aliadas ao rigoroso escrutínio dos enólogos, mantêm longe as doenças e pestes, com mínimo tratamento químico. As variedades mais delicadas são plantadas perto da costa para aproveitar a brisa gelada do Atlântico Sul que sopra todas as tardes. Técnicas de manejo de folhagem foram implantadas para proteger as frutas do forte sol e, ao mesmo tempo, atingirem o nível de maturação desejada. A colheita, manual e mecanizada, é feita de madrugada, das duas às cinco horas, iniciando no final de janeiro até fins de março, quando a temperatura passa dos 40°C durante o dia e cai para 15°C à noite. Ganhou 3 estrelas de John Platter, o mais reconhecido crítico de vinhos daquele país.

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Este Merlot é uma combinação de notas frutadas de cereja vermelha e amora madura, com suaves taninos para arredondar os sabores. Aprecie com carnes vermelhas e pratos à base de tomate, além de sobremesas com chocolate escuro.

ENVELHECIMENTO: Guardar por cinco anos.

Namaqua Sauvignon Blanc

SAFRA: 2012
REGIÃO: Olifants River – África do Sul
TIPO: Vinho Branco, 100% Sauvignon Blanc
ÁLCOOL: 13,5%

HISTÓRICO: Entre os produtores do Novo Mundo, a África do Sul foi o primeiro a elaborar vinhos, começando em 1660. Uma cooperativa com espírito de inovação, a vinícola Namaqua encontra-se no coração da região geográfica de Matzikama. Os vinhos são o resultado de uma diversa e contrastante região climática, paisagem de extremos, com uma infinidade de microcosmos muito resistentes e, ao mesmo tempo, bem frágeis. As instalações da vinícola ficam na cidade de Vredendal, às margens do rio Olifants, artéria que alimenta essa paisagem muitas vezes implacável. Com ênfase nos vinhos tintos, as videiras crescem numa terra árida, com escasso índice pluviométrico anual de 165mm e controlada microirrigação para obter o máximo das uvas. Estas condições, aliadas ao rigoroso escrutínio dos enólogos, mantêm longe as doenças e pestes, com mínimo tratamento químico. As variedades mais delicadas são plantadas perto da costa para aproveitar a brisa gelada do Atlântico Sul que sopra todas as tardes. Técnicas de manejo de folhagem foram implantadas para proteger as frutas do forte sol e, ao mesmo tempo, atingirem o nível de maturação desejada. A colheita, manual e mecanizada, é feita de madrugada, das duas às cinco horas, iniciando no final de janeiro até fins de março, quando a temperatura passa dos 40°C durante o dia e cai para 15°C à noite. Este vinho ganhou medalha de ouro no Veritas Awards, na África do Sul.

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Notas de grama recém-cortada. Fermentação feita em tanques de aço inoxidável. É um vinho “easy-to-drink”, com bom corpo e que combina muito bem com pratos de massas leves, queijos leves, aves e frutos do mar.

ENVELHECIMENTO: Pronto para ser bebido ou aguardar 4 anos.

Mont du Toit

SAFRA: 2003
REGIÃO: Paarl – África do Sul
TIPO: Vinho tinto, 63% Cabernet Sauvignon, 20% Merlot e 17% Shiraz.
ÁLCOOL: 14,0%

HISTÓRICO: A vinícola Mont du Toit situa-se aos pés da montanha Hawequa, em Wellington, na divisa com Paarl, região importante na produção de vinhos na África do Sul. A propriedade foi adquirida por Stephan (advogado) e Carolina du Toit (de descendência alemã) em 1996 com o propósito de elaborar premium blends de tintos, sendo que a família du Toit está envolvida com viticultura desde 1691. A produção é baseada no estilo tradicional “low-tech”, mais afrancesado. A filosofia baseia-se no cultivo das cepas adequadas, com baixa produtividade, descartando o excesso de uvas através da poda dos cachos e meticulosamente colhendo de forma manual apenas as uvas bem maduras. Todo o processo de vinificação é por ação da gravidade. Sob o olhar atento do reconhecido enólogo alemão Bernd Philippi é feita a hábil mistura das diferentes variedades para obter uma complexidade harmoniosa de aromas e sabores. Não há uma fórmula definida e cada ano a natureza dita como será o blending. Bandeira da vinícola, este vinho recebeu 4½ estrelas de John Platter, o mais reconhecido crítico daquele país. Na Alemanha, ganhou 5 estrelas no ENO World Wine – Award of Excellence, além de medalha de bronze no Decanter Award 2009 e prata no Swiss Air Awards.
 
NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Aromas complexos de fruta vermelha, ameixa e notas condimentadas. Vinho elegante, firme e equilibrado, enche a boca de sabores, deixando um final persistente. Mostra textura aveludada e sutil tanino. Cada variedade é vinificada separadamente, passando por 12 meses em pequenas barricas de carvalho francês, sendo 25% delas novas. Após o blending, envelhece por mais 11 meses em madeira, além de permanecer mais um ano na garrafa antes do lançamento.

ENVELHECIMENTO: Se manterá e desenvolverá por quinze anos, pelo menos.

Les Coteaux Cabernet Sauv

SAFRA: 2010
REGIÃO: Paarl – África do Sul
TIPO: Vinho tinto, 100% Cabernet Sauvignon
ÁLCOOL: 14,0%

HISTÓRICO: A vinícola Mont du Toit situa-se aos pés da montanha Hawequa, em Wellington, na divisa com Paarl, região importante na produção de vinhos na África do Sul. A propriedade foi adquirida por Stephan (advogado) e Carolina du Toit (de descendência alemã) em 1996 com o propósito de elaborar premium blends de tintos, sendo que a família du Toit está envolvida com viticultura desde 1691. A produção é baseada no estilo tradicional “low-tech”, mais afrancesado, sob o olhar sempre atento do reconhecido enólogo alemão Bernd Philippi (Germany Winemaker of the Year -1998 and 2003). A filosofia baseia-se no cultivo das cepas adequadas, com baixa produtividade, descartando o excesso de uvas através da poda dos cachos e meticulosamente colhendo de forma manual apenas as uvas bem maduras. Todo o processo de vinificação é por ação da gravidade. As vinhas tem de dez a 20 anos de idade. Este vinho recebeu quatro estrelas do reconhecido crítico John Platter em seu guia de vinhos de 2012, além de medalha de bronze no Veritas, competição de maior autoridade e credibilidade da África do Sul.

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Cor vermelho-rubi intenso. Aromas de frutas escuras e um toque de morango. Sabores marcantes de frutas e um sabor picante de menta, com madeira bem integrada. Longo e persistente final de boca. Envelheceu por 12 meses em barricas de carvalho francês. Vinho muito bem equilibrado, que irá complementar ensopados e carnes.

ENVELHECIMENTO: Pode ser adegado por oito a dez anos.

Les Coteaux Selection

SAFRA: 2008
REGIÃO: Paarl – África do Sul
TIPO: Vinho tinto, 59% Cabernet Sauvignon, 20% Merlot, 19% Shiraz, 1% Alicante Bouschet e 1% Cabernet Franc
ÁLCOOL: 14,5%

HISTÓRICO: A vinícola Mont du Toit situa-se aos pés da montanha Hawequa, em Wellington, na divisa com Paarl, região importante na produção de vinhos na África do Sul. A propriedade foi adquirida por Stephan (advogado) e Carolina du Toit (de descendência alemã) em 1996 com o propósito de elaborar premium blends de tintos, sendo que a família du Toit está envolvida com viticultura desde 1691. A produção é baseada no estilo tradicional “low-tech”, mais afrancesado. A filosofia baseia-se no cultivo das cepas adequadas, com baixa produtividade, descartando o excesso de uvas através da poda dos cachos e meticulosamente colhendo de forma manual apenas as uvas bem maduras. Todo o processo de vinificação é por ação da gravidade. Cada variedade é vinificada separadamente, sob o olhar sempre atento do reconhecido enólogo alemão Bernd Philippi (Germany Winemaker of the Year -1998 and 2003). A hábil mistura das diferentes variedades obtém uma complexidade harmoniosa de aromas e sabores. Não há uma fórmula definida e cada ano a natureza dita como será o blending. A safra anterior deste vinho recebeu quatro estrelas e meia do reconhecido crítico John Platter.

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Coloração vermelho-granada. Sutis e elegantes aromas de frutas maduras, além de leve alcaçuz. Paladar denso de frutas escuras, defumado e especiarias. Persistente sensação de boca e sabor. Taninos atraentes, final prolongado. Cada variedade estagiou por 12 meses em barricas francesas (25% delas novas) e, após o blending, houve descanso por 36 meses na garrafa até ser lançado ao mercado. Acompanha ensopados e carnes, especialmente a de veado.

ENVELHECIMENTO: Pode ser adegado por dez anos.

Hawequas

SAFRA: 2007
REGIÃO: Paarl – África do Sul
TIPO: Vinho tinto, 70% Cabernet Sauvignon, 15% Merlot, 8% Shiraz, 3% Cabernet Franc, 2% Alicante Bouschet e 2% Petit Verdot
ÁLCOOL: 14,0%

HISTÓRICO: A vinícola Mont du Toit situa-se aos pés da montanha Hawequa, em Wellington, na divisa com Paarl, região importante na produção de vinhos na África do Sul. A propriedade foi adquirida por Stephan (advogado) e Carolina du Toit (de descendência alemã) em 1996 com o propósito de elaborar premium blends de tintos, sendo que a família du Toit está envolvida com viticultura desde 1691. A produção é baseada no estilo tradicional “low-tech”, mais afrancesado. A filosofia baseia-se no cultivo das cepas adequadas, com baixa produtividade, descartando o excesso de uvas através da poda dos cachos e meticulosamente colhendo de forma manual apenas as uvas bem maduras. As vinhas tem de doze a 24 anos de idade. Todo o processo de vinificação é por ação da gravidade. Cada variedade é vinificada separadamente, sob o olhar atento do reconhecido enólogo alemão Bernd Philippi. A hábil mistura das cepas obtém uma complexidade harmoniosa de aromas e sabores. Não há uma fórmula definida e cada ano a natureza dita como será o blending. Recebeu 4 estrelas no John Platter’s Guide, o mais reconhecido crítico daquele país.

NOTAS DE DEGUSTAÇÃO: Vinho fácil de beber, com a Cabernet dominando com fruta madura e concentrada, camadas de especiarias e com leve carvalho tostado. Este corte é muito bem complementado com as notas de especiarias da Shiraz. Bouquet refrescante e ligeiramente mentolado. No paladar exibe abundante cereja madura e taninos muito agradáveis. As diferentes variedades passaram, separadamente, por 11 meses em carvalho francês e russo. Após o blend, estagiaram por mais sete meses em pequenas barricas para promover a integração dos sabores. Acompanha carnes vermelhas, massas e queijos curados.

ENVELHECIMENTO: Guardar por dez anos.